Oi, pessoal

Estamos de volta. E como passa rápido, viu?

Antes de chegarmos aos pontos turísticos (que será o nosso próximo post), vamos falar daquele momento em que reina a ansiedade: a preparação!

Mesmo o verão argentino é imprevisível. Nos dias em que Felipe e eu estivemos lá pegamos chuva fina, chuva braba (daquelas que impossibilita a gente de sair), tempo nublado e sol. Sol muuuito forte. Prepare a sua mala com roupas de 8 a 80, desde calças e casacos a camisetas/blusinhas e bermudas. Se for levar itens como ferro elétrico ou outros, certifique-se de ter um adaptador para voltagem caso o aparelho não seja bivolt. Isso inclui câmeras digitais. Aqui no Rio a voltagem é 110. Fui informado no hotel que é proibido que estabelecimentos de hospedagem disponibilizem adaptadores. Então pra você não ter que comprar um por lá ou fritar seus aparelhos no 220(caso a voltagem na sua cidade seja diferente), fique de olho nesse detalhe.

No aeroporto é sempre bom chegar com 3 horas de antecedência. Leve a sua mala lacrada ou utilize os serviços de plastificação de bagagem disponíveis no local. Algumas Cias Aéreas não colocam lacre. Se você estiver no limite do limite de grana, não faça lanchinhos por lá. O preço das coisas costuma ser o dobro, se não for o triplo do que se costuma ver por aí.

O voo é relativamente curto, se comparado a outros locais. 2h40min. Um livro ou um cochilo passa o tempo voando.

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O Câmbio, ah, o câmbio!

No primeiro post comentei sobre o cartãozinho de débito – o travel money – que seria interessante para evitar o bolo de notas mas recebi uma dica muito legal dizendo que não vale a pena por conta do IOF dele que aumentou consideravelmente de uns tempos para cá. Preferimos então ficar só com as cédulas colocando tudo em doleiras. Separando uma quantia determinada por dia, cada um colocou uma pochetezinha por dentro da calça. Não faz volume e não chama qualquer tipo de atenção.

Optamos por fazer a troca em uma casa de câmbio no Brasil mesmo. No aeroporto é mais caro e não precisamos trocar dinheiro extra em Buenos Aires. Ainda assim, se você quiser ou precisar o que não falta por lá é opção de câmbio. Desde lugares próprios até ambulantes, você sempre vai poder trocar seu dinheiro sem procurar muito.

Ao fazer seu roteiro, procure distribuir os pontos turísticos por dias e com um tempo de folga entre eles para que você possa curtir. Alguns pontos você toma mais tempo, é legal sentar, respirar um pouco a atmosfera do lugar, outros você bate foto e vai embora. Separe também um tempo livre para imprevistos. Conte sempre com um temporal no meio da viagem para dar uma pausa na programação. ^_^ Tendo o tempo extra, você encaixa o ponto turístico que deixou de visitar.

No post da semana que vem vamos falar dos pontos turísticos, em especial os que você já viu na Fanpage d’A Gorda. Até lá!

Bruno Haulfermet

  • Gláucia Reis

    Adorei as discas, fui em Buenos Aires o ano passado, mas eles estavam em crise, então o dolár estava muito barato, agora com o aumento iof tem planejar bem mais, mas também conheci a cidade em poucas horas, pois foi um parada do cruzeiro que eu fiz com meu marido em nossa lua de mel, adoramos a cidade, ela é linda.
    Essa dica serve também para futuras viagem para outros lugar.