Oi gente! Quanto tempo né? Desculpe a minha ausência, tive alguns probleminhas pessoais (já resolvidos) e por isso não postei mais por aqui. Maaaaaaaaaas já voltei, ta?

Antes de tudo quero comunicar que eu e meu marido decidimos adiar a nossa gravidez. Adiamos mas não desistimos, até porque a minha maternidade e a paternidade dele já estão mais do que afloradas e isso nos impediria de parar de sonhar com nosso pequeno (a).

Falando em maternidade e paternidade, é exatamente sobre isso que falarei neste post: como o sentimento materno e paterno floresce no homem e na mulher? Como ele se manifesta?

Não sou especialista em comportamento humano (um dia quero ser) por isso prefiro falar de como isso aconteceu comigo e com meu marido, assim vocês podem se identificar (ou não) e trocamos experiências (deixem nos comentários aí em baixo).

Pra que eu conseguisse ser o mais fiel possível ao que estamos sentindo, decidi levantar 3 temas e pedi pro meu marido comentar sobre, assim como eu.

Veja aí embaixo no que deu…rs:

ELE – JULIO CRUZ

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1. Relacionamento enquanto bebê e desempenho do papel paterno.

Enquanto o filho é bebê o cuidado é dobrado, acho que é um momento que devemos estar sempre alertas e conscientes que será um período que vai exigir uma grande dedicação e atenção dobradas de nossa parte, nossos defeitos como preguiça, falta de paciência, egoísmo entre outros deverão tirar férias por um período. É o momento de chegada de uma vida na Terra que nós geramos, portanto a gratidão por isso e o amor pela criatura deve ser latente.

2. Expectativas sobre a criação do filho.

Como disse anteriormente acho que será um período de responsabilidade dobrada mas recompensada por muito sentimento de dever cumprido, satisfação e alegria. E é isso que pretendo transmitir para ele (a), o quanto estou feliz com sua presença entre nós. Vou procurar ensinar valores que aprendi no decorrer da vida, como procurarmos ser pessoas melhores a cada dia, buscar o equilíbrio das coisas, liberdade mas mantendo o respeito, mais através de atitudes do que palavras. Tenho algo em mente sobre a criação do filho, alguns conhecimentos e experiências adquiridas observando minhas sobrinhas e filhos de alguns amigos, mas como cada caso é um caso, somente no momento que acontecer é que vou me preocupar e vou ter uma noção melhor de como vou colocar em prática o que até então só tenho na teoria. Será um grande aprendizado. A única certeza que tenho é que vou fazer de tudo para que torça pro São Paulo … auhauhauhauhuahuaha … (brincadeira)

3. Mudanças pessoais.

Com certeza, eu e a patroa (Lerrine) estamos aproveitando bastante este período que não temos filhos justamente para fazer as coisas que podemos enquanto não temos este compromisso paterno e materno. Como diz meu cunhado: depois que o filho nasce você se torna prioridade zero, e acho que esta será a principal coisa que vai mudar, mudanças pessoais são boas e acho que são constantes em nossa vida, principalmente quando são para melhor. Uma ótima mudança que vai acontecer quando tivermos nosso filho (a) é que será 2 contra 1 na hora da decisão de jogar video game ou assistir novela em casa uahuahuahuahuh.

ELA- LERRINE CRUZ

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1. Relacionamento enquanto bebê e desempenho do papel materno.

O instinto vai falar mais alto. Claro que vou pedir conselhos do médico, mamãe e sogra, mas pra falar bem a verdade eu vou acreditar mais no meu instinto. Dizem que quando nasce um bebê, também nasce uma mãe e é nesta máxima que me apego, quero de fato deixar que meu filho, meu marido e a nossa experiência juntos nos ensine a ser mãe, pai e filho.

2. Expectativas sobre a criação do filho.

Tenho pensado muito sobre o exemplo na criação de uma criança. O filho é reflexo das atitudes dos pais (seja comportamental ou maneira de pensar), faço uma ressalva aqui para as características da personalidade que acredito nascerem com o indivíduo, essas são próprias e tem vida própria..rsrs. Na medida do possível quero saber dar os melhores conselhos e os melhores exemplos.

3. Mudanças pessoais.

Que vai mudar, vai. Porém, prefiro não lidar no sentido de mudanças, mas sim como “viver uma nova fase”. Não tem como prever como será esta fase e muito menos como reagir a ela, é tudo muito novo e confesso que a insegurança as vezes bate, então o que me resta fazer é aproveitar este momento “sem filhos” pra quando eles chegarem, estarmos satisfeitos e confortáveis com a nova fase.

Então fica aqui registrado o que pensamos sobre filhos. E vocês? Como pensam? Topam pedir pro parceiro (a) comentar os temas acima assim como pedi pro Julio?

Comentem abaixo!!

Beijos

  • Dani – Cuiabá-MT

    Aeee, meu assunto favorito no MSG!

    Adorei o post, Lerrine!
    Essa fase pré-gravidez traz tantas dúvidas e mexe muito com as diversas visões que temos sobre maternidade/paternidade.
    Eu pensava que planejar ter um filho fosse mais simples e racional, mas não é não…

  • Lerrine

    Oi Dani!! Que bacana, adorei ler o seu comentário. Você tem razão, não é tão simples quanto a gente pensa. Mas nesse caso pecar pelo excesso é melhor do que pela falta, vamos pesquisar tudo o que podemos pra quando a nossa hora chegar estarmos cheios de informações. Beijos

  • Elisângela

    Oí Lerrine,

    Achei muito interessante este assunto, já que meu marido e eu também estamos planejando um filho ainda este ano….e vou colocar pra ele estas mesmas perguntas que vc colocou pro Julio. Ás vezes fico um pouco insegura quanto ao futuro…mas lembro que não sou e nem serei a única a vivenciar este medo do não se sabe o quê!!!! rsrsrsrs mas vou tentar, ou melhor, vamos tentar….bjs!